A Condição dos Mortos Humanos.
A Condição dos Mortos Humanos.
Mostra-se que os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”, e que a morte é um estado de completa inatividade. (Ec 9:5, 10; Sal 146:4) Os que morrem são descritos como indo para o “pó da morte” (Sal 22:15), tornando-se “impotentes na morte”. (Pr 2:18; Is 26:14)
Na morte não há menção de Deus, nem se dá louvor a ele. (Sal 6:5; Is 38:18, 19) Tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas, a morte é comparada ao sono, uma comparação apropriada não só por causa da condição inconsciente dos mortos, mas também por causa da esperança de se acordar por meio da ressurreição. (Sal 13:3; Jo 11:11-14) O ressuscitado Jesus é chamado de “as primícias dos que adormeceram na morte”. — 1Co 15:20, 21
A humanidade em geral tem sido atormentada pelo medo da morte, do desconhecido e do que muitos chamam de vida após a morte, para mencionar apenas alguns exemplos. Satanás, o rebelde opositor de Deus, está decidido a escravizar as pessoas e alimenta esses medos com mentiras maliciosas. (João 8:44; Revelação [Apocalipse] 12:9)
Satanás não está sozinho em seus esforços para induzir as pessoas a se afastar de Deus. Na Bíblia, Satanás é chamado de “o governante dos demônios”.
Uma das mentiras de Satanás deu origem a superstições. É a crença de que uma entidade invisível sobrevive à morte do corpo e pode voltar para afetar os vivos. Mas a Bíblia diz: “Os mortos . . . não estão cônscios de absolutamente nada.” Ela também diz que “não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria” após a morte. — Eclesiastes 9:5, 10.
Redenção da Condenação à Morte.
O Salmo 68:20 declara: “A Jeová, o Soberano Senhor, pertencem as saídas da morte.” Cristo Jesus, por meio do sacrifício da sua vida humana, tornou-se o “Agente Principal” da vida e da salvação da parte de Deus (At 3:15; He 2:10) e por meio dele se garante a abolição da morte. (2Ti 1:10) Jesus, por ter sofrido a morte, ‘provou a morte por todo homem’ e proveu um “resgate correspondente por todos”. (He 2:9; 1Ti 2:6) Por meio do “um só ato de justificação” realizado por Jesus tornou-se possível o cancelamento da condenação à morte que o pecado causa, para que homens de toda sorte pudessem ser “declarados justos para a vida”. (Ro 5:15, 16, 18, 19; He 9:27, 28)
Mostra-se que os mortos “não estão cônscios de absolutamente nada”, e que a morte é um estado de completa inatividade. (Ec 9:5, 10; Sal 146:4) Os que morrem são descritos como indo para o “pó da morte” (Sal 22:15), tornando-se “impotentes na morte”. (Pr 2:18; Is 26:14)
Na morte não há menção de Deus, nem se dá louvor a ele. (Sal 6:5; Is 38:18, 19) Tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas, a morte é comparada ao sono, uma comparação apropriada não só por causa da condição inconsciente dos mortos, mas também por causa da esperança de se acordar por meio da ressurreição. (Sal 13:3; Jo 11:11-14) O ressuscitado Jesus é chamado de “as primícias dos que adormeceram na morte”. — 1Co 15:20, 21
A humanidade em geral tem sido atormentada pelo medo da morte, do desconhecido e do que muitos chamam de vida após a morte, para mencionar apenas alguns exemplos. Satanás, o rebelde opositor de Deus, está decidido a escravizar as pessoas e alimenta esses medos com mentiras maliciosas. (João 8:44; Revelação [Apocalipse] 12:9)
Satanás não está sozinho em seus esforços para induzir as pessoas a se afastar de Deus. Na Bíblia, Satanás é chamado de “o governante dos demônios”.
Uma das mentiras de Satanás deu origem a superstições. É a crença de que uma entidade invisível sobrevive à morte do corpo e pode voltar para afetar os vivos. Mas a Bíblia diz: “Os mortos . . . não estão cônscios de absolutamente nada.” Ela também diz que “não há trabalho, nem planejamento, nem conhecimento, nem sabedoria” após a morte. — Eclesiastes 9:5, 10.
Redenção da Condenação à Morte.
O Salmo 68:20 declara: “A Jeová, o Soberano Senhor, pertencem as saídas da morte.” Cristo Jesus, por meio do sacrifício da sua vida humana, tornou-se o “Agente Principal” da vida e da salvação da parte de Deus (At 3:15; He 2:10) e por meio dele se garante a abolição da morte. (2Ti 1:10) Jesus, por ter sofrido a morte, ‘provou a morte por todo homem’ e proveu um “resgate correspondente por todos”. (He 2:9; 1Ti 2:6) Por meio do “um só ato de justificação” realizado por Jesus tornou-se possível o cancelamento da condenação à morte que o pecado causa, para que homens de toda sorte pudessem ser “declarados justos para a vida”. (Ro 5:15, 16, 18, 19; He 9:27, 28)
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